SEMANÁRIO LITÚRGICO
DOMINGO DE RAMOS
DA PAIXÃO DO SENHOR
29.03.2024
1. Neste dia a Igreja recorda a entrada do Cristo em Jerusalém para realizar seu mistério pascal. Por isso, em todas as missas comemora-se a entrada do Senhor: na missa principal, pela procissão ou pela entrada solene; em todas as outras, pela entrada simples. Em uma ou outra Missa celebrada com grande número de fiéis, pode-se repetir a entrada solene, mas não a procissão.
Para maiores informações, conferir o Missal Romano.
Comemoração da entrada do Senhor em Jerusalém
2. Na hora conveniente, reúne-se a assembleia numa igreja menor ou outro lugar apropriado, fora da igreja para onde se dirige a procissão. Os fiéis trazem ramos nas mãos.
3. O sacerdote e os ministros, com paramentos vermelhos para a missa, aproximam-se do lugar onde o povo está reunido. O sacerdote poderá usar capa em vez de casula durante a procissão.
ANTÍFONA
4. Enquanto se aproximam, canta-se a seguinte antífona ou outro canto apropriado:
SAUDEMOS COM HOSANAS O FILHO DE DAVI!
BENDITO O QUE NOS VEM, EM NOME DO SENHOR.
JESUS REI DE ISRAEL! HOSANA NAS ALTURAS!
OS FILHOS DOS HEBREUS NO CHÃO PUNHAM SEUS RAMOS,
"HOSANA" ELES CLAMAVAM AO FILHO DE DAVI!
BENDITO O QUE NOS VEM, EM NOME DO SENHOR.
SAUDAÇÃO
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja convosco, diz:
Bispo: A paz esteja convosco.
E o povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
EXORTAÇÃO
Em seguida, por breve exortação, os fiéis são convidados a participar ativa e conscientemente da celebração deste dia, com estas palavras:
Pres: Meus irmãos e minhas irmãs: durante as cinco semanas da Quaresma preparamos os nossos corações pela oração, pela penitência e pela caridade. Hoje aqui nos reunimos e vamos iniciar, com toda a Igreja, a celebração da Páscoa de nosso Senhor. Para realizar o mistério de sua morte e ressurreição, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.
BÊNÇÃO DOS RAMOS
Pres: Oremos.
Deus eterno e todo-poderoso, abençoai + estes ramos, para que, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei, cheguemos por ele à eterna Jerusalém. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Pres: Oremos.
Ó Deus de bondade, aumentai a fé dos que esperam em vós e ouvi as nossas preces. Apresentando hoje ao Cristo vencedor os nossos ramos possamos frutificar em boas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
EVANGELHO
(Mt 21, 1-11)
Bendito o que vem em nome do Senhor.
7. O diácono, ou, na falta dele, o sacerdote, proclama, conforme o costume, o Evangelho da entrada de Jesus em Jerusalém, segundo um dos quatro evangelistas.
Em seguida, o sacerdote deita incenso no turíbulo, dá a bênção ao diácono que vai proclamar o Evangelho e recebe o seu ramo, e fica com ele durante a proclamação do Evangelho, a não ser que ele próprio proclame.
O diácono, ou, na falta dele, o sacerdote, proclama, conforme o costume, o Evangelho da entrada de Jesus em Jerusalém.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Diác ou Sac: + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Naquele tempo, Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles’, mas logo os devolverá’”. Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”. Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia”.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
PROCISSÃO
8. Após o Evangelho, poderá haver uma breve homilia. O celebrante ou outro ministro idôneo dá inicio a procissão com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres: Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria a nossa procissão.
A frente, vai o turiferário, caso se julgue oportuno o uso de incenso; sem seguida, o cruciferário com a cruz ornamentada, entre dois acólitos com velas acesas; depois, o sacerdote com os ministros, seguidos pelo povo com seus ramos.
CANTOS PARA A PROCISSÃO
Opção I
OS FILHOS DOS HEBREUS, COM RAMOS DE PALMEIRA,
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR,
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
1. O MUNDO E TUDO QUE TEM NELE É DE DEUS,
A TERRA E OS QUE AÍ VIVEM, TODOS SEUS!
FOI DEUS QUE A TERRA CONSTRUIU POR SOBRE OS MARES,
NO FUNDO DO OCEANO, SEUS PILARES!
OS FILHOS DOS HEBREUS, COM RAMOS DE PALMEIRA,
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR,
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
2. QUEM VAI MORAR NO TEMPLO DE SUA CIDADE?...
QUEM PENSA E VIVE LONGE DAS VAIDADES!
POIS DEUS, O SALVADOR O ABENÇOARÁ,
NO JULGAMENTO O DEFENDERÁ!
OS FILHOS DOS HEBREUS, COM RAMOS DE PALMEIRA,
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR,
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
3. ASSIM, SÃO TODOS OS QUE PRESTAM CULTO A DEUS
QUE ADORAM O SENHOR, DEUS DOS HEBREUS!
PORTÕES ANTIGOS, SE ESCANCAREM, VAI CHEGAR,
ALERTA! O REI DA GLÓRIA VAI ENTRAR!
OS FILHOS DOS HEBREUS, COM RAMOS DE PALMEIRA,
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR,
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
4. QUEM É, QUEM É, ENTÃO, QUEM É O REI DA GLÓRIA?
O DEUS, FORTE SENHOR DA NOSSA HISTÓRIA!
PORTÕES ANTIGOS, SE ESCANCAREM, VAI CHEGAR,
ALERTA! O REI DA GLÓRIA VAI ENTRAR!
OS FILHOS DOS HEBREUS, COM RAMOS DE PALMEIRA,
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR,
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
5. QUEM É, QUEM É, ENTÃO, QUEM É O REI DA GLÓRIA?
O DEUS QUE TUDO PODE, É O REI DA GLÓRIA!
AOS TRÊS, AO PAI, AO FILHO E AO CONFORTADOR
DA IGREJA QUE CAMINHA O LOUVOR!
OS FILHOS DOS HEBREUS, COM RAMOS DE PALMEIRA,
CORRERAM AO ENCONTRO DE JESUS, NOSSO SENHOR,
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
CANTANDO E GRITANDO: "HOSANA, Ó SALVADOR!"
Opção II
GLÓRIA, LOUVOR E HONRA A TI,
CRISTO REI, REDENTOR!
1. DE ISRAEL REI ESPERADO,
DE DAVI ILUSTRE FILHO,
O SENHOR É QUE TE ENVIA,
OUVE, POIS, NOSSO ESTRIBILHO!
GLÓRIA, LOUVOR E HONRA A TI,
CRISTO REI, REDENTOR!
2. TODOS JUNTOS TE CELEBRAM,
QUER NA TERRA OU NAS ALTURAS,
CANTAM TODOS TEUS LOUVORES
ANJOS, HOMENS, CRIATURAS!
GLÓRIA, LOUVOR E HONRA A TI,
CRISTO REI, REDENTOR!
3. VEIO A TI O POVO HEBRAICO
COM SEUS RAMOS E SUAS PALMAS,
TAMBÉM HOJE, TE TRAZEMOS
NOSSOS HINO, NOSSAS ALMAS!
GLÓRIA, LOUVOR E HONRA A TI,
CRISTO REI, REDENTOR!
4. FESTEJARAM TUA ENTRADA,
QUE AO CALVÁRIO CONDUZIA,
MAS AGORA QUE TU REINAS,
BEM MAIOR É NOSSA ALEGRIA!
GLÓRIA, LOUVOR E HONRA A TI,
CRISTO REI, REDENTOR!
CANTO DE ENTRADA
10. Ao entrar na igreja, canta-se o responsório seguinte, ou outro canto que se refira a entrada do Senhor em Jerusalém.
1. QUANDO JESUS SE APROXIMOU
DE JERUSALÉM E NELA ENTROU
OS AMIGOS SEUS FORAM TAMBÉM
MULTIDÃO EM FESTA ASSIM CANTOU.
GLÓRIA, GLÓRIA AO FILHO DE DAVI
E AOS QUE PERGUNTAM ASSIM QUEM ELE É
SE NÃO RESPONDEM, AS PEDRAS FALARÃO
ESTE É O PROFETA, JESUS DE NAZARÉ
2. NUM JUMENTINHO VEM JESUS
E NÃO SE CONTÉM A MULTIDÃO
MANTOS PELO CHÃO: EIS NOSSO REI
RAMOS AGITANDO DE EMOÇÃO
GLÓRIA, GLÓRIA AO FILHO DE DAVI
E AOS QUE PERGUNTAM ASSIM QUEM ELE É
SE NÃO RESPONDEM, AS PEDRAS FALARÃO
ESTE É O PROFETA, JESUS DE NAZARÉ
3. DEUS NOS MANDOU O NOSSO REI
LOUVAM AS CRIANÇAS COM RAZÃO
LUZ, PERDÃO E AMOR ELE NOS FEZ
VEIO LIBERTAR, NOS DEU A MÃO
GLÓRIA, GLÓRIA AO FILHO DE DAVI
E AOS QUE PERGUNTAM ASSIM QUEM ELE É
SE NÃO RESPONDEM, AS PEDRAS FALARÃO
ESTE É O PROFETA, JESUS DE NAZARÉ
11. Chegando ao altar, o sacerdote o saúda e, se for oportuno o incensa. Dirige-se a cadeira, se usava pluvial o retira e reveste-se da casula, e, omitindo os ritos iniciais, diz a oração do dia da missa, prosseguindo como de costume.
Missa
ORAÇÃO DO DIA
21. Pres: Oremos.
E todos oram em silencio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços reza a oração:Deus eterno e todo-poderoso, para dar aos gênero humano um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador assumisse a condição humana e morresse na cruz. Concedei-nos aprender os ensinamentos de sua paixão e participar de sua ressurreição. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
(Is 50, 4-7)
Não desviei meu rosto das bofetadas e
cusparadas; sei que não serei humilhado.
Dada a importância da leitura da Paixão do Senhor, compete ao sacerdote, tendo em conta a natureza de cada grupo de fiéis, a opção de ler apenas uma das duas leituras que precedem o Evangelho, ou apenas a história da Paixão, se for necessário, mesmo na forma breve.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
Leitor: O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.
Leitor: Palavra do Senhor
SALMO RESPONSORIAL
— Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?
— Riem de mim todos aqueles que me veem, torcem os lábios e sacodem a cabeça: “Ao Senhor se confiou, ele o liberte e agora o salve, se é verdade que ele o ama!”
— Cães numerosos me rodeiam furiosos, e por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram as minhas mãos e os meus pés e eu posso contar todos os meus ossos.
— Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica. Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu socorro!
— Anunciarei o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembleia hei de louvar-vos! Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, glorificai-o, descendentes de Jacó, e respeitai-o, toda a raça de Israel!
SEGUNDA LEITURA
(Fl 2, 6-11)
Humilhou-se a si mesmo; por isso,
Deus o exaltou acima de tudo.
Deus o exaltou acima de tudo.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.
Leitor: Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
22. O diácono ou, na falta dele, o sacerdote, le a história da Paixão, sem velas, incenso, saudação ou sinal da cruz sobre o texto. Pode também ser lida por leigos, reservando-se a parto do Cristo para o sacerdote, se for possível.
Os diáconos, ou ministros ordenados, mas não outros leitores, pedem a benção ao sacerdote, como habitualmente antes do Evangelho.
SALVE, Ó CRISTO OBEDIENTE!
SALVE, AMOR ONIPOTENTE,
QUE TE ENTREGOU À CRUZ
E TE RECEBEU NA LUZ!
1. O CRISTO OBEDECEU ATÉ A MORTE,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU O BOM JESUS,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU, SERENO E FORTE,
HUMILHOU-SE E OBEDECEU ATÉ A CRUZ.
SALVE, Ó CRISTO OBEDIENTE!
SALVE, AMOR ONIPOTENTE,
QUE TE ENTREGOU À CRUZ
E TE RECEBEU NA LUZ!
2. POR ISSO O PAI DO CÉU O EXALTOU,
EXALTOU-O E LHE DEU UM GRANDE NOME,
EXALTOU-O E LHE DEU PODER E GLÓRIA,
DIANTE DELES CÉUS E TERRA SE AJOELHEM!
SALVE, Ó CRISTO OBEDIENTE!
SALVE, AMOR ONIPOTENTE,
QUE TE ENTREGOU À CRUZ
E TE RECEBEU NA LUZ!
Os diáconos que vão proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pedem a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teus corações e em teus lábios para que possais anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Os diáconos respondem:
Diác: Amém.
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
HISTÓRIA DA PAIXÃO
(Mt 26,14-27,66)
Desejei ardentemente comer convosco esta ceia pascal, antes de sofrer.
Diác. ou L1.: Naquele tempo, Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes,
foi ter com os sumos sacerdotes e disse:
L2.: “O que me dareis se vos entregar Jesus?”
L1.: Combinaram, então, trinta moedas de prata. E daí em diante, Judas procurava uma
oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da festa dos ázimos, os discípulos
aproximaram-se de Jesus e perguntaram:
T.: “ONDE QUERES QUE FAÇAMOS OS PREPARATIVOS PARA COMER A PÁSCOA?”
L1.: Jesus respondeu:
P.: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O mestre manda dizer: o meu tempo
está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”.
L1.: Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. Ao cair da tarde,
Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. Enquanto comiam, Jesus disse:
P.: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”.
L1.: Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar:
L2.: “Senhor, será que sou eu?”
L1.: Jesus respondeu:
P.: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. O Filho do Homem vai
morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do
Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!”
L1.: Então Judas, o traidor, perguntou:
L2.: “Mestre, serei eu?”
L1.: Jesus lhe respondeu:
P.: “Tu o dizes”.
L1.: Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o,
distribuiu-o aos discípulos, e disse:
P.: “Tomai e comei, isto é o meu corpo”.
L1.: Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lhes, dizendo:
P.: “Bebei dele todos. Pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em
favor de muitos, para remissão dos pecados. 29Eu vos digo: de hoje em diante não beberei
deste fruto da videira, até ao dia em que, convosco, beberei o vinho novo no Reino do meu
Pai”.
L1.: Depois de terem cantado salmos, foram para o monte das Oliveiras. Então Jesus disse
aos discípulos:
P.: “Esta noite, vós ficareis decepcionados por minha causa. Pois assim diz a Escritura: ‘Ferirei
o pastor e as ovelhas do rebanho se dispersarão’. Mas, depois de ressuscitar, eu irei à vossa
frente para a Galileia”.
L1.: Disse Pedro a Jesus:
L2.: “Ainda que todos fiquem decepcionados por tua causa, eu jamais ficarei”.
L1.: Jesus lhe declarou:
P.: “Em verdade eu te digo, que, esta noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”.
L1.: Pedro respondeu:
L2.: “Ainda que eu tenha de morrer contigo, mesmo assim não te negarei”.
L1.: E todos os discípulos disseram a mesma coisa. Então Jesus foi com eles a um lugar
chamado Getsêmani, e disse:
P.: “Sentai-vos aqui, enquanto eu vou até ali para rezar!”
L1.: Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e
angustiado. Então Jesus lhes disse:
P.: “Minha alma está triste até a morte. Ficai aqui e vigiai comigo!”
L1.: Jesus foi um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto por terra e rezou:
P.: “Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice. Contudo, não seja feito como eu
quero, mas sim como tu queres”.
L1.: Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os dormindo, e disse a Pedro:
P.: “Vós não fostes capazes de fazer uma hora de vigília comigo? Vigiai e rezai, para não
cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca”.
L1.: Jesus se afastou pela segunda vez e rezou:
P.: “Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!”
L1.: Ele voltou de novo e encontrou os discípulos dormindo, porque seus olhos estavam
pesados de sono. Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as
mesmas palavras. Então voltou para junto dos discípulos e disse:
P.: “Agora podeis dormir e descansar. Eis que chegou a hora e o Filho do Homem é entregue
nas mãos dos pecadores. Levantai-vos! Vamos! Aquele que me vai trair, já está chegando”.
L1.: Jesus ainda falava, quando veio Judas, um dos doze, com uma grande multidão armada
de espadas e paus. Vinham a mandado dos sumos sacerdotes e dos anciãos do povo. O
traidor tinha combinado com eles um sinal, dizendo:
L2.: “Jesus é aquele que eu beijar; prendei-o!”
L1.: Judas, logo se aproximou de Jesus, dizendo:
L2.: “Salve, Mestre!”
L1.: E beijou-o. Jesus lhe disse:
P.: “Amigo, a que vieste?”
L1.: Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. Nesse
momento, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada, e feriu o servo
do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha. Jesus, porém, lhe disse:
P.: “Guarda a espada na bainha! Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão. Ou pensas que eu não poderia recorrer ao meu Pai e ele me mandaria logo mais de doze
legiões de anjos? Então, como se cumpririam as Escrituras, que dizem que isso deve
acontecer?”
L1.: E, naquela hora, Jesus disse à multidão:
P.: “Vós viestes com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um assaltante. Todos
os dias, no Templo, eu me sentava para ensinar, e vós não me prendestes”.
L1.: Porém, tudo isto aconteceu para se cumprir o que os profetas escreveram. Então todos
os discípulos, abandonando Jesus, fugiram. Aqueles que prenderam Jesus levaram-no à
casa do Sumo Sacerdote Caifás, onde estavam reunidos os mestres da Lei e os anciãos. Pedro seguiu Jesus de longe até o pátio interno da casa do Sumo Sacerdote. Entrou e
sentou-se com os guardas para ver como terminaria tudo aquilo. Ora, os sumos sacerdotes
e todo o Sinédrio procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de condená-lo à
morte. E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim,
vieram duas testemunhas, que afirmaram:
T.: “ESTE HOMEM DECLAROU: ‘POSSO DESTRUIR O TEMPLO DE DEUS E CONSTRUÍ-LO DE
NOVO EM TRÊS DIAS”.
L1.: Então o Sumo Sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus:
L2.: “Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?”
L1.: Jesus, porém, continuava calado. E o Sumo Sacerdote lhe disse:
L2.: “Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Messias, o Filho de Deus.”
L1.: Jesus respondeu:
P.: “Tu o dizes. Além disso, eu vos digo que de agora em diante vereis o Filho do Homem
sentado à direita do Todo-poderoso, vindo sobre as nuvens do céu”.
L1.: Então o Sumo Sacerdote rasgou suas vestes e disse:
L2.: “Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora mesmo vós
ouvistes a blasfêmia. Que vos parece?”
L1.: Responderam:
T.: “É RÉU DE MORTE!”
L1.: Então cuspiram no rosto de Jesus e o esbofetearam. Outros lhe deram bordoadas, dizendo:
T.: “Faze-nos uma profecia, Cristo, quem foi que te bateu?”
L1.: Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada chegou perto dele e disse:
L2.: “Tu também estavas com Jesus, o Galileu!”
L1.: Mas ele negou diante de todos:
L2.: “Não sei o que tu estás dizendo”.
L1.: E saiu para a entrada do pátio. Então uma outra criada viu Pedro e disse aos que
estavam ali:
L2.: “Este também estava com Jesus, o Nazareno”.
L1.: Pedro negou outra vez, jurando:
L2.: “Nem conheço esse homem!”
L1.: Pouco depois, os que estavam ali aproximaram-se de Pedro e disseram:
T.: “É CLARO QUE TU TAMBÉM ÉS UM DELES, POIS O TEU MODO DE FALAR TE DENUNCIA.”
L1.: Pedro começou a maldizer e a jurar, dizendo que não conhecia esse homem! E nesse
instante o galo cantou. Pedro se lembrou do que Jesus tinha dito: “Antes que o galo cante,
tu me negarás três vezes”. E saindo dali, chorou amargamente. De manhã cedo, todos os
sumos sacerdotes e os anciãos do povo convocaram um conselho contra Jesus, para
condená-lo à morte. Eles o amarraram, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. Então Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, ficou arrependido e foi devolver as
trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e aos anciãos, dizendo:
L2.: “Pequei, entregando à morte um homem inocente”.
L1.: Eles responderam:
T.: “O QUE TEMOS NÓS COM ISSO? O PROBLEMA É TEU”.
L1.: Judas jogou as moedas no santuário, saiu e foi se enforcar. Recolhendo as moedas, os
sumos sacerdotes disseram:
T.: “É CONTRA A LEI COLOCÁ-LAS NO TESOURO DO TEMPLO, PORQUE É PREÇO DE
SANGUE”.
L1.: Então discutiram em conselho e compraram com elas o Campo do Oleiro, para aí fazer
o cemitério dos estrangeiros. É por isso que aquele campo até hoje é chamado de “Campo
de Sangue”. Assim se cumpriu o que tinha dito o profeta Jeremias: “Eles pegaram as trinta
moedas de prata – preço do Precioso, preço com que os filhos de Israel o avaliaram – e as
deram em troca do Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou!” Jesus foi posto
diante do governador, e este o interrogou:
L2.: “Tu és o rei dos judeus?”
L1.: Jesus declarou:
P.: “É como dizes”,
L1.: E nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. Então
Pilatos perguntou:
L2.: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?”
L1.: Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. Então Pilatos
perguntou à multidão reunida:
L2.: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?”
L1.: Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. Enquanto Pilatos
estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:
L2.: “Não te envolvas com esse justo! Porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa
dele”.
L1.: Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem
Barrabás e que fizessem Jesus morrer. O governador tornou a perguntar:
L2.: “Qual dos dois quereis que eu solte?”
L1.: Eles gritaram:
T.: “BARRABÁS”.
L1.: Pilatos perguntou:
L2.: “Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?”
L1.: Todos gritaram:
T.: “SEJA CRUCIFICADO!”
L1.: Pilatos falou:
L2.: “Mas, que mal ele fez?”
L1.: Eles, porém, gritaram com mais força:
T.: “SEJA CRUCIFICADO!”
L1.: Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer
água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:
L2.: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!”
L1.: O povo todo respondeu:
T.: “QUE O SANGUE DELE CAIA SOBRE NÓS E SOBRE OS NOSSOS FILHOS. ”
L1.: Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram
toda a tropa em volta dele. Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho;
29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em
sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:
T.: “SALVE, REI DOS JUDEUS!”
L1.: Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. Depois de zombar
dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas.
Daí o levaram para crucificar. Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão,
da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. E chegaram a um lugar
chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. Ali deram vinho misturado com
fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. Depois de o crucificarem, fizeram
um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. E ficaram ali sentados, montando
guarda. Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus,
o Rei dos Judeus”. Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à
esquerda de Jesus. As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça
e dizendo:
T.: “TU QUE IAS DESTRUIR O TEMPLO E CONSTRUÍ-LO DE NOVO EM TRÊS DIAS, SALVA-TE
A TI MESMO! SE ÉS O FILHO DE DEUS, DESCE DA CRUZ!”
L1.: Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos,
também zombaram de Jesus:
T.: “A OUTROS SALVOU... A SI MESMO NÃO PODE SALVAR! É REI DE ISRAEL... DESÇA
AGORA DA CRUZ! E ACREDITAREMOS NELE. CONFIOU EM DEUS; QUE O LIVRE AGORA, SE
É QUE DEUS O AMA! JÁ QUE ELE DISSE: EU SOU O FILHO DE DEUS.”
L1.: Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o
insultavam. Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:
P.: “Eli, Eli, lamá sabactâni?”
L1.: que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Alguns dos que ali
estavam, ouvindo-o, disseram:
T.: “ELE ESTÁ CHAMANDO ELIAS!”
L1.: E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na
ponta de uma vara, e lhe deu para beber. Outros, porém, disseram:
T.: “DEIXA, VAMOS VER SE ELIAS VEM SALVÁ-LO!”
L1.: Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.
Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.
L1.: E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra
tremeu e as pedras se partiram. Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos
ressuscitaram! Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade
Santa e foram vistos por muitas pessoas. O oficial e os soldados que estavam com ele
guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito
medo e disseram: “Ele era mesmo Filho de Deus!” Grande número de mulheres estava ali,
olhando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de
Zebedeu. Ao entardecer, veio um homem rico de Arimateia, chamado José, que também
se tornara discípulo de Jesus. Ele foi procurar Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos
mandou que lhe entregassem o corpo. José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol
limpo, e o colocou em um túmulo novo, que havia mandado escavar na rocha. Em seguida,
rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. Maria Madalena e
a outra Maria estavam ali sentadas, diante do sepulcro. No dia seguinte, como era o dia
depois da preparação para o sábado, os sumos sacerdotes e os fariseus foram ter com Pilatos, e disseram:
T.: “SENHOR, NÓS NOS LEMBRAMOS DE QUE QUANDO ESTE IMPOSTOR AINDA ESTAVA
VIVO, DISSE: ‘DEPOIS DE TRÊS DIAS EU RESSUSCITAREI!’ 64PORTANTO, MANDA GUARDAR
O SEPULCRO ATÉ AO TERCEIRO DIA, PARA NÃO ACONTECER QUE OS DISCÍPULOS VENHAM
ROUBAR O CORPO E DIGAM AO POVO: ‘ELE RESSUSCITOU DOS MORTOS!’ POIS ESSA
ÚLTIMA IMPOSTURA SERIA PIOR DO QUE A PRIMEIRA.”
L1.: Pilatos respondeu:
L2.: “Tendes uma guarda. Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer.”
L1.: Então eles foram reforçar a segurança do sepulcro: lacraram a pedra e montaram
guarda.
Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
PROFISSÃO DE FÉ
Diz-se o Creio.
Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
1. O SERVO DO SENHOR
FEZ SUA, NOSSA DOR.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
2. DE ADÃO A TRISTE SORTE,
AO CRISTO TROUXE A MORTE.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
3. EIS O CORDEIRO MUDO,
VAZIO ESTÁ DE TUDO.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
4. AMOU A HUMILHAÇÃO,
POR ELA A REDENÇÃO.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
5. AO FILHO E A TI, SENHORA,
CHEGADA É A HORA.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
6. A ESPADA TE FERIA,
POIS, MÃE TU ÉS, MARIA.
Ó MORTE, ESTÁS VENCIDA
PELO SENHOR DA VIDA,
PELO SENHOR DA VIDA!
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
24. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Pela paixão de vosso Filho Unigênito, apressai, Senhor, a hora da nossa reconciliação; concedei-nos, por este único e admirável sacrifício, a misericórdia que não merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DO DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR
25. Prefácio: A Paixão do Senhor
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na
verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, Por Cristo, nosso Senhor. Inocente, dignou-se sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte
apagou nossos pecados e sua ressurreição trouxe-nos a justificação. Por isso, com todos os anjos,
nós vos louvamos em alegre celebração, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA!
HOSANA!HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA!HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA!HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA!HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!
Ou, para a recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estes dons,
derramando sobre eles o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o
Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
Jesus tomou o pão,
pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças
novamente, o entregou a seus discípulos
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos,
ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos
reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada
no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça
na caridade, em comunhão com o Papa Leão, com o nosso Bispo Paulo, os bispos do
mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram
na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna,
com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia
ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho
Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
AMÉM! AMÉM! A-A-A-AMÉM!
AMÉM! AMÉM! A-A-A-AMÉM!
Ou, para a recitação:
Ass: Amém!
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ.
Ou, para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
PAI, SE ESTE CÁLICE NÃO PODE PASSAR SEM QUE O BEBA
SEJA FEITA A TUA VONTADE!
DAS PROFUNDEZAS EU CLAMO A VÓS, SENHOR
ESCUTAI A MINHA VOZ!
VOSSOS OUVIDOS ESTEJAM BEM ATENTOS
AO CLAMOR DA MINHA PRECE!
PAI, SE ESTE CÁLICE NÃO PODE PASSAR SEM QUE O BEBA
SEJA FEITA A TUA VONTADE!
SE LEVARDES EM CONTA NOSSAS FALTAS
QUEM HAVERÁ DE SUBSISTIR?
MAS EM VÓS SE ENCONTRA O PERDÃO
EU VOS TEMO E EM VÓS ESPERO
PAI, SE ESTE CÁLICE NÃO PODE PASSAR SEM QUE O BEBA
SEJA FEITA A TUA VONTADE!
NO SENHOR PONHO A MINHA ESPERANÇA
ESPERO EM SUA PALAVRA
A MINH'ALMA ESPERA NO SENHOR
MAIS QUE O VIGIA PELA AURORA
PAI, SE ESTE CÁLICE NÃO PODE PASSAR SEM QUE O BEBA
SEJA FEITA A TUA VONTADE!
ESPERE ISRAEL PELO SENHOR
MAIS QUE O VIGIA PELA AURORA!
POIS NO SENHOR SE ENCONTRA TODA GRAÇA
E COPIOSA REDENÇÃO
PAI, SE ESTE CÁLICE NÃO PODE PASSAR SEM QUE O BEBA
SEJA FEITA A TUA VONTADE!
GLÓRIA AO PAI E AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO
DESDE AGORA E PARA SEMPRE
AO DEUS QUE É, QUE ERA E QUE VEM
PELOS SÉCULOS. AMÉM.
PAI, SE ESTE CÁLICE NÃO PODE PASSAR SEM QUE O BEBA
SEJA FEITA A TUA VONTADE!
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, ó Deus: como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos pela sua ressurreição alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor
O povo aclama:
Ass: Amém.Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO SOLENE
Paixão do Senhor
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: O Pai de misericórdia, que vos deu um exemplo de amor na paixão do seu Filho, vos conceda, pela vossa dedicação a Deus e ao próximo, a graça de sua bênção.
Ass: Amém.
Pres: O Cristo, cuja morte vos libertou da morte eterna, conceda-vos receber o dom da vida.
Ass: Amém.
Pres: Tendo seguido a lição de humildade deixada pelo Cristo, participeis igualmente de sua ressurreição.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
ANTÍFONA MARIANA
AVE, RAINHA DO CÉU;
AVE, DOS ANJOS SENHORA;
AVE, RAIZ, AVE, PORTA;
DA LUZ DO MUNDO ÉS AURORA.
EXULTA, Ó VIRGEM TÃO BELA,
AS OUTRAS SEGUEM-TE APÓS.
NÓS TE SAUDAMOS: ADEUS!
E PEDE A CRISTO POR NÓS!
VIRGEM MÃE, Ó MARIA!
VIRGEM MÃE, Ó Ó MARIA!
AVE, RAIZ, AVE, PORTA;
DA LUZ DO MUNDO ÉS AURORA.
EXULTA, Ó VIRGEM TÃO BELA,
AS OUTRAS SEGUEM-TE APÓS.
NÓS TE SAUDAMOS: ADEUS!
E PEDE A CRISTO POR NÓS!
VIRGEM MÃE, Ó MARIA!
VIRGEM MÃE, Ó Ó MARIA!
